Back-end

Escopo

Já que na última aula do curso de orientação a objetos falamos de encapsulamento precisamos entender melhor o conceito de escopo de visibilidade já que a encapsulamento só é possível graças a estes escopos. Na sétima aula do nosso curso de orientação vemos ver quais são e para que servem cada um dos escopos de visibilidade presentes no Delphi e como utilizar corretamente cada um deles em nossos projetos. Curta a nossa página no Facebook: http://fb.com/blogrodrigomourao Inscreva-se no nosso canal, dê um like no vídeo Continue lendo

Saiu o Roadmap do Rad Studio, veja o que vem por aí!

Saiu o Roadmap do Rad Studio, veja o que vem por aí!

O que podemos destacar do post do Cantú é que mais uma vez ele, assim como Atanas Popov, reforça que estão ouvindo a comunidade, clientes e parceiros e tentando anteder as principais revindicações entre elas menos versões novas no ano, update e upgrades melhores e principalmente mais qualidade no produto.

Construtores e Destrutores

Como vimos na aula 2 do nosso curso de orientação a objetos, essa forma de programar está apioada nos conceitos de classes e objetos. Para que possamos “dar vida” as nossas classes e transformá-las em objetos que podem ser manipulados na memória temos que usar um recurso importante dentro da orientação a objetos: o construtor. Nesta sexta aula veremos o que é e para que serve os construtores de objetos e como eles são implementados no Delphi, além disso também abordaremos a questão dos destrutores Continue lendo

Polimorfismo

Polimorfismo significa “muitas formas”, na prática é a capacidade que um mesmo método tem de se comportar de maneiras diferentes dependendo da classe de onde ele foi invocado. Esse é um recurso importantíssimo na orientação a objetos no que diz respeito ao reaproveitamento de códigos uma vez que com ele podemos criar rotina que se “adaptam” a situação ao qual estão inseridas. Nesta quinta aula vamos ver como o polimorfismo é implementado no Delphi. Curta a nossa página no Facebook: http://fb.com/blogrodrigomourao Inscreva-se no nosso canal, Continue lendo

Encapsulamento

Encapsulamento está na lista dos 4 pilares principais da orientação a objetos, junto com a herança, a abstração e o polimorfismo. Encapsular significa proteger e na orientação a objetos essa proteção está diretamente ligada aos valores que nossos objetos guardam em suas propriedades. Na quarta aula do nosso curso de orientação a objetos nosso foco será entender o conceito de encapsulamento e como o Delphi facilita nossa vida ao implementar automaticamente os métodos de escrita e leitura dos atributos. Curta a nossa página no Facebook: Continue lendo

Herança

Sem dúvida alguma a característica mais conhecida da orientação a objetos é a Herança. A Herança permite que classes possam incorporar dados e comportamentos de classes ancestrais garantindo assim o reaproveitamento de código de uma maneira eficiente. Nesta terceira aula do nosso curso de orientação a objetos veremos na prática como implementar a herança em nossas classes criando assim estruturas maiores de objetos de forma organizada. Mas não se engane, herança não é o fim, é apenas o meio e não é nem de longe Continue lendo

Classes e Objetos

A base da orientação a objetos são, pasmem, os objetos. Mas objetos na verdade são apenas instâncias de classes, classes estas que definem o que os objetos poderão ser. Nesta segunda aula do nosso curso de orientação a objetos nós aprofundaremos nossos estudos entendendo como essa dupla (classe e objeto) fazem toda mágica acontecer. Curta a nossa página no Facebook: http://fb.com/blogrodrigomourao Inscreva-se no nosso canal, dê um like no vídeo e compartilhe este vídeo nas redes sociais https://youtu.be/4ELhKeI8gno

Abstração

Abstração

A abstração é um dos pilares da orientação a objetos e por se tratar de um conceito, algo que não é concretamente implementável, esse pilar da orientação a objetos é algo um tanto obscuro para muitos desenvolvedores.  Nesta primeira aula do nosso curso de orientação a objetos nós nos propomos a entender o que é de fato este conceito empregando a simplicidade que lhe é peculiar. Curta a nossa página no Facebook: http://fb.com/blogrodrigomourao Inscreva-se no nosso canal, dê um like no vídeo e compartilhe este Continue lendo

Class/Record Helpers, a saga continua!

Class/Record Helpers, a saga continua!

No post anterior, eu disse que, a partir do Delphi XE3 é possível utilizar record helpers para expandir tipos nativos. E o melhor, a Embarcadero já fez grande parte do serviço pra gente. Vamos começar a explorar essa maravilha: Inclua no seu Uses a unit SysUtils, se ela já não estiver lá.

Migre do BDE, AnyDAC e DBX para FireDac com um duplo clique!

Migre do BDE, AnyDAC e DBX para FireDac com um duplo clique!

O reFind.exe é um utilitários que permite localizar e substituir textos utilizando expressões regulares com base em instruções que passadas em um determinada sintaxe. com isso é possível realizar a migração dos códigos fontes (.pas e .dfm) alterando as classes, propriedades e métodos da BDE, ADO ou DBX para o FireDAC.

Class/Record Helpers

Class/Record Helpers

Hoje vamos falar de uma coisa que é relativamente nova no Delphi, algumas pessoas ainda não conhecem, mas é do caralho: Class Helpers. Na verdade, além dos Class Helpers, existem também os Record Helpers

Padrões de Projetos, por onde começar?

Padrões de Projetos, por onde começar?

Estamos em uma série de artigos falando sobre padrão de projetos e como aplicá-los utilizando o Delphi. Como vimos na introdução ao histórico de padrões de projetos descrito no artigo anterior, o GOF (Gang of Four) catalogou 23 padrões de projetos.  Fora estes, existem outros padrões de projetos documentados por outros profissionais, associações e empresas.  Dentro dos 23 padrões de projetos do GOF temos aqueles que são mais utilizados em projetos no dia-a-dia, entre eles podemos citar:  Singleton, Factory, Abstract Factory, Composite, Prototype, Proxy. Há Continue lendo

TVertScrollBox, aprenda a evitar que o teclado virtual encubra seus controles

TVertScrollBox, aprenda a evitar que o teclado virtual encubra seus controles

Quando temos um controle onde precisamos digitar algo, como um TEdit, TMemo e etc., dependendo da posição deste controle no form, o teclado virtual pode encobri-lo quando é mostrado pelo sistema operacional. Já passou por isso? Para contornar esta condição, existe um exemplo no Delphi XE7, XE8 e no Delphi 10 Seattle, chamado ScrollableFormDemo. O diretório é para é C:\Users\Public\Documents\Embarcadero\Studio\xx.x\Samples\Object Pascal\Mobile Samples\User Interface\ScrollableForm onde para o Delphi XE7 XX.X é = 15.0 e para o XE8 16.0. Para o Delphi 10 Seattle, o diretório é Continue lendo

Aprenda tudo sobre servidores de Aplicação com DataSnap

Aprenda tudo sobre servidores de Aplicação com DataSnap

A tecnologia DataSnap continua a evoluir assim como as demandas por aplicações distribuídas. A infraestrutura por trás do DataSnap deu um salto gigantesco ao sair de uma abordagem de transferência remota de dados através do Microsoft COM/DCOM para uma abordagem mais aberta com base em TCP/IP. Esta evolução permitiu que o DataSnap se tornasse um Framework mais completo e muito mais eficiente. Uma das principais características desta nova arquitetura é sem dúvida a velocidade. Com DataSnap é rápido desenvolver, é rápido implantar e as aplicações Continue lendo